O Programa Minha Casa Minha Vida acabou se tornando como uma das maiores e mais bem-sucedidas iniciativas na área de moradia.

O projeto, implementado pelo presidente Lula em seu primeiro mandato e que ganhou continuidade no governo da presidente Dilma.

Facilitou o acesso de famílias inteiras ao sonho da moradia, especialmente aquelas pessoas que pertenciam as camadas mais baixas da sociedade.

Para conseguir alcançar o seu objetivo, este programa conta não apenas com o apoio do governo federal, mas também com a parceria de diversas empresas públicas e também privadas, sendo que a mais importante em todo o projeto é a Caixa, banco que entra com o financiamento dos imóveis que são vendidos.

Mas não pense que o projeto Minha Casa Minha Vida acaba beneficiando apenas as pessoas que conseguem finalmente comprar a sua casa.

Ele também acabou movimentando a economia como um todo, permitindo que as empreiteiras crescessem e contratassem mais pessoas, aumentando os índices de desemprego.

As novas construções que foram beneficiadas com o programa também ajudaram a desenvolver a economia em muitas regiões.

Nos próximos parágrafos, você poderá entender melhor como funciona o programa Minha Casa Minha Vida.

Quem pode ter o Minha Casa Minha Vida?

Quer saber quem tem direito ao projeto Minha Casa Minha Vida é destinado a duas faixas diferentes de famílias.

Primeiro aquelas que possuem renda familiar de até R$ 1.600,00. Segundo aquelas famílias que contam com renda de até R$ 6,5 mil.

A renda familiar é a soma da renda de todos os componentes de uma determinada família, sendo que elas devem ser comprovas durante o processo.

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Vantagens do Minha Casa Minha Vida

O grande problema que as famílias com uma renda mais baixa acaba enfrentando com relação a moradia é o fato de que elas não conseguiam comprovar renda suficiente para obter um financiamento para a compra do imóvel.

Este acabou se tornando um dos principais pontos do programa do governo, pois facilita o acesso de quem ganha menos.

As famílias que possuem até R$ 1,6 mil contam com um prazo de financiamento de 120 meses, com prestações mensais de apenas 5% da sua renda gruta, sendo que o valor mínimo da parcela é de R$ 25,00.

Já no caso das famílias que ficam na faixa dos R$ 6,5 mil, as pessoas podem ter um prazo de até 30 anos para pagar, com taxas de juros atrativas e a possibilidade de comprar os imóveis ainda quando estão na planta.

Como participar do Minha Casa Minha Vida?

Para as famílias que pertencem a faixa de renda de R$ 1,6 mil por mês, a participação está condicionada aos empreendimentos que são lançados com este intuito.

Neste caso, as pessoas devem procurar os postos de atendimento da cidade ou do estado para efetuar sua inscrição.

A partir deste ponto, ela deve aguardar, pois poderá ser chamada, sendo que algumas concorrências são feitas através de sorteios.

Já as famílias que possuem renda de até R$ 6,5 mil podem aderir ao programa diretamente na agência da caixa ou junto a construtora que está vendendo os imóveis.

Minha Casa Minha Vida Habitação Rural

O programa Minha Casa Minha Vida foi criado pelo governo federal com o objetivo de facilitar a compra de imóveis pelas famílias que possuem uma renda mais baixa do que aquela que geralmente é solicitada pelos bancos para que uma determinada residência seja financiada.

Mas o que muitas pessoas não sabem é que o governo federal também criou um programa especial destinado as pessoas que vivem ou que desejam viver no meio rural.

Abaixo você poderá entender tudo sobre o programa Minha Casa Minha Vida Habitação Rural.

O que é o programa?

Minha Casa Minha Vida Habitação Rural é um programa criado pelo governo federal muito semelhante ao Minha Casa Minha Vida convencional.

A grande diferença é que o programa original foi criado para facilitar a compra de imóveis nas grandes e médias cidades, ou ainda nas regiões metropolitanas como um todo.

Já o Habitação Rural foi criado pensando justamente nas pessoas que estão interessadas em adquirir alguma coisa no campo.

A partir deste programa, os agricultores e também os trabalhadores rurais contam com uma série de vantagens na compra de uma determinada propriedade no meio rural.

Mas o programa não é destinado apenas para a compra de uma nova casa, ele também permite que as pessoas construam um novo imóvel em um terreno que já existe, ou então reforme ou aumente uma casa.

A partir do Minha Casa Minha Vida Habitação Rural, as pessoas podem aproveitar uma taxa de juros muito mais interessante do que aquela que é praticada pelo mercado convencional.

Além disso, as pessoas também contam com locais exclusivos para atendimento, com pontos espalhados por todo o Brasil, mas especialmente em locais que se tornem estratégicos para aqueles que não vivem nas grandes cidades.

Quem pode participar Minha Casa Minha Vida Habitação Rural?

Inscrição minha casa minha vida. Existem três grupos de famílias que podem participar do projeto. O primeiro é composto por aquelas que ganhem, no máximo, R$ 15 mil de renda por ano.

O segundo grupo é composto pelas famílias que possuem renda conjunta de R$ 15 mil a R$ 30 mil por ano. Já o terceiro grupo é composto pelas famílias que possuem renda anual de R$ 30 mil até R$ 60 mil.

O que muda entre estes três grupos basicamente são as condições de pagamento para as famílias.

Quanto menor for a renda, menor também será a parcela, sendo que para as famílias que pertencem ao primeiro grupo os pagamentos não devem superar nunca 4% em relação a renda bruta da mesma. Nos outros grupos, as pessoas ganham mais prazos para pagar e juros menores.

Documentos Necessários

Confira os documentos necessários que devem ser apresentados para participar do Minha Casa Minha Vida Habitação Rural:

  • Agricultor familiar: Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP para comprovar a condição de agricultor familiar e apuração de renda.
  • Trabalhador Rural: Apresentação de carteira de trabalho e os três últimos contracheques; ou
  • Declaração emitida pelo sindicato de trabalhadores rurais de que o proponente participe informando a renda bruta anual, a atividade que exerce, com firmas reconhecida em cartórios; ou
  • Declaração emitida pelo empregador informando a renda bruta anual, com firma reconhecida em cartório; ou
  • Comprovante de proventos do INSS, se aposentado de caráter permanente como trabalhador rural
  • Comunidades Tradicionais: Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP para enquadramento e apuração de renda.

Novas regras do programa Minha Casa Minha Vida

O programa Mina Casa Minha Vida pode ser considerado como um dos projetos de maior sucesso do governo federal dos últimos anos.

O projeto foi criado basicamente com o objetivo de permitir com que as famílias que estão inseridas em uma faixa de renda menor possam ter acesso ao financiamento de imóveis, algo realmente bastante complicado no Brasil em função das exigências dos bancos.

Um dos principais parceiros do governo para que o programa Minha Casa Minha Vida conseguisse entregar mais de 4 milhões de casas para os brasileiros é a Caixa.

O banco realiza o financiamento, emprestando o dinheiro para a construção e também para a compra dos imóveis. Depois, as famílias devolvem este dinheiro em suaves prestações.

Mas o sucesso e a vida do projeto, assim como qualquer projeto social do governo, está diretamente relacionado com a economia.

Afinal de contas, o governo precisa ter dinheiro em caixa para conseguir pagar todas as partes envolvidas no projeto, desde a Caixa, que apesar de ser um banco público conta com acionistas privados, e também as construtoras que fazem as casas e que vendem posteriormente os imóveis.

Como o país vive uma crise econômica, o governo federal anunciou novas regras do programa Minha Casa Minha Vida.

A ideia basicamente é permitir com que o projeto esteja adequado para a nova realidade econômica do Brasil e também das famílias brasileiras, que acabaram tendo uma grande perda de rendimentos nos últimos anos.

Confira algumas das principais novas regras do programa Minha Casa Minha Vida

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Faixa intermediária

Uma das grandes novidades desta nova fase do programa Minha Casa Minha Vida está diretamente relacionada a criação de uma nova faixa intermediária de renda das famílias, que acaba sendo a principal informação que define a taxa de juros que as pessoas terão que pagar na hora de financiar o imóvel.

A nova faixa 2 foi criada para atendar as famílias que possuem renda entre R$ 1.800 e R$ 2.350. Para estas famílias, as regras são as mesmas das faixas que ultrapassam a renda de R$ 1.800, sendo que as compras podem ser feitas diretamente com as construtoras.

A taxa de juros que foi fixada pelo governo é de 5,5% ao ano, uma taxa de juros que ainda é menor do que é cobrada no mercado no dia a dia.

Aumento dos juros

Uma outra alteração que foi realizada e anunciada dentre as novas regras do Minha Casa Minha Vida está na taxa de juros que está sendo cobrada das famílias que estão inseridas nas faixas de renda acima dos R$ 2.350.

Todas as faixas acabaram tendo a taxa de juros aumentada.

Sendo assim, as pessoas terão que desembolsar mais para conseguir pagar as parcelas dos juros.

Amento da renda mínima

Agora, de acordo comas novas regras do Minha Casa Minha Vida, as pessoas que desejam obter 100% dos subsídios e pagar o menor valor possível para o programa, deverão ter uma renda máxima de R$ 1,8 mil, sendo que anteriormente a renda máxima era de R$ 1,6 mil.

Minha Casa Minha Vida 3

O governo federal anunciou oficialmente o Minha Casa Minha Vida 3, a mais nova fase do programa de habitação que permite com que as pessoas que possuem renda mais baixa consigam comprar os imóveis nas mais variadas cidades.

Com o comunicado, também foram repassadas algumas mudanças de regras para o acesso ao projeto.

Confira abaixo todas as informações sobre o Minha Casa Minha Vida 3

Minha Casa Minha Vida 3

Mesmo com o Brasil vivendo uma das suas piores crises financeiras dos últimos tempos, o governo federal optou por não encerrar aqueles que foram os seus programas sociais mais importantes, como o Minha Casa Minha Vida.

A ideia é implementar, ao longo do ano de 2016, a terceira fase do programa, seguindo com juros mais baixos para quem deseja comprar um imóvel.

De acordo com as informações que foram repassadas pelo governo federal, a expectativa é entregar mais 2 milhões de casas para as pessoas do Brasil inteiro através deste programa.

Ao final da terceira fase, o governo federal quer ter chegado a marca dos 6 milhões de imóveis que serão vendidos através deste programa.

Para conseguir adaptar o projeto a nova realidade econômica brasileira, foram anunciadas diversas alterações nas regras. O governo ainda manteve a primeira faixa, destinada as famílias que ganham até R$ 1,8 mil, sendo que estas seguem tendo que se inscrever nas cidades ou nos estados e aguardar para se inscrever nos empreendimentos feitos para esta faixa.

Mas a novidade foi a criação de uma segunda faixa de financiamento, destinado as pessoas que pertencem as famílias que ganham uma renda mensal de até R$ 2,3 mil, sem conseguir se encaixar na primeira faixa.

Uma outra mudança que o governo anunciou acabou sendo a alteração dos limites de teto máximo de valor que pode ser cobrado por um determinado imóvel para que ele possa se enquadrar dentro do Minha Casa Minha Vida.

No caso das capitais que são classificadas como metrópoles pelo IBGE, o teto mínimo ficou em R$ 180 mil, e o teto máximo ficou em R$ 225 mil, sendo que este valor máximo vale apenas para os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, bem como para o Distrito Federal.

Houve alterações também nas demais faixas de venda de imóveis em relação ao preço máximo

Minha Casa Minha Vida 3 para renda de até R$ 2,3 mil

Outra alteração importante que foi anunciada para o Minha Casa Minha Vida 3 foi na faixa 2 de renda familiar para a compra de um determinado imóvel.

De acordo com as regras que foram anunciadas pelo governo, as famílias que possuem renda de até R$ 2,3 mil passam a pagar uma taxa de juros de 5,5% ao ano, sendo que os juros ainda segue bem abaixo do valor praticado pelo mercado.

Para esta faixa, não é necessário se inscrever nas centrais de atendimento, sendo que as pessoas precisam apenas procurar diretamente os construtores que oferecem este tipo de imóvel para compra direta e financiamento pela Caixa.

Sorteio Minha Casa Minha Vida

As pessoas que participam do programa Minha Casa Minha Vida estão em busca da oportunidade de conseguir comprar o seu primeiro imóvel, por um preço e por uma taxa de juros mais justa.

Ao longo da sua existência, este programa conseguiu entregar milhões de imóveis para famílias de renda baixa e também para aquelas que são de classe baixa.

O programa criou uma série de regras que permite com que as famílias que ganham uma renda de até R$ 6,5 mil conseguissem comprar os seus imóveis diretamente da construtora, desde que a casa ou o apartamento esteja incluído em uma determinada faixa de preço.

Mas o programa também foi criado para famílias que ganham muito menos, com uma renda máxima de R$ 1,8 mil e aquelas pessoas que recebem o abono do PIS de acordo com a tabela .

Neste caso, o que as famílias precisam fazer é se inscrever nos postos de atendimento espalhados pelas cidades e também pelos estados, pois elas devem adquirir imóveis que são feitos diretamente com recursos do governo.

Isso permite que elas tenham uma parcela baixa, que realmente cabe no seu orçamento, como, no máximo, 5% do total da renda bruta que a família ganha.

Mas o governo não consegue atender todas as famílias que se encaixam nesta faixa e que precisam de uma moradia.

Portanto, para resolver este problema, foram criados mecanismos que de sorteio, para que a escolha seja feita de uma forma mais imparcial possível.

Como é o Sorteio Minha Casa?

Os sorteios Minha Casa Minha Vida acontecem em cada cidade e em cada estado onde o programa acontece, uma vez que o governo federal conta com a ajuda das cidades e também dos estados para conseguirem construir os condomínios e os apartamentos que são entregues pelo Minha Casa Minha Vida.

Para que as pessoas consigam participar do sorteio, elas precisam se inscrever, sendo que a forma como essa inscrição é feita e também as datas são definidas em cada uma das localidades.

Além disso, é importante saber que sempre que existe o lançamento de um novo condomínio do Minha Casa Minha Vida para esta faixa, datas para os sorteios são anunciadas.

Os sorteios sempre devem acontecer em locais públicos, sendo que o sorteio deve ser presenciado por pessoas da comunidade e também outros membros que assegurem a lisura do processo.

Quando e onde acontece?

Os locais e também as datas que acontecem os sorteios Minha Casa Minha Vida são definidas em cada uma das localidades.

Por isso, é importante que os interessados acompanhem as informações que são divulgadas nos sites das prefeituras e também dos governos dos estados.

Condições para participar do Sorteio Minha Casa Minha Vida

Para participar do sorteio Minha Casa Minha Vida as famílias precisam fazer o cadastro nos pontos de atendimentos mais próximos da sua residência. É preciso que a família se encaixe na faixa de renda máxima de R$ 1,8 mil.

Além disso, é importante que as pessoas fiquem atentas aos prazos para a realização das inscrições.

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Escrito por

Maria Beatriz

Maria Beatriz é formada em Jornalismo e letras. Segue produzindo pautas sobre tecnologia, finanças e Dinheiro.